O número de jornalistas que foi para o desemprego triplicou entre 2000 e 2002, segundo os dados divulgados pelo Público, numa peça de Elisabete Vilar hoje vinda a lume. O número dos desempregados cobre as diferentes faixas etárias. Mas, como salienta a jornalista, “diz respeito apenas aos profissionais por conta de outrém que, no ano passado, foram despedidos e requereram subsídio: não inclui aqueles cujos contratos a prazo terminaram e não foram renovados, nem as rescisões ditas amigáveis ou tão pouco os chamados falsos recibos verdes que tiveram de abandonar os seus postos de trabalho. E, afinal, são precisamente profissionais nestas últimas situações - com vínculos precários - que cada vez mais enchem as redacções”. Segundo a notícia, o Sindicato dos Jornalistas “está a ultimar um relatório sobre o desemprego no sector”, sabendo-se já que se eleva a 500 o número de jornalistas que perderam o trabalho em 2002, em primeiro lugar no sector televisivo e, a seguir, no "on-line".
Aula de Jornalismo
Weblog das turmas de Jornalismo da Universidade do Minho.

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