sexta-feira, março 30, 2007

Definir o que é "convergência"

A Online Journalism Review publicou o capítulo "Convergence Defined", do livro de Rich Gordon, "Digital Journalism: Emerging Media and the Changing Horizons of Journalism," publicado em 2003 pelos Rowman & Littlefield Publishers, Inc.

Convergência: "It's a ubiquitous buzzword, used to describe everything from corporate strategies to technological developments to job descriptions. But what does convergence really mean?".

segunda-feira, março 26, 2007

Bloggers do 3º ano: tarefas para as Jornadas

Tal como foi referido na aula de hoje, é esperado que cada blogue do 3º ano publique pelo menos um post relacionado com as Jornadas de ComunicaçãoSocial que amanhã têm início. Todas as sessões podem ser objecto de reportagem, bem como aspectos relacionados com os bastidores, os corredores, os intervalos das sessões - desde que jornalisticamente relevantes.
A sessão com o o jornalista Bill Kovach será certamente um momento alto, sendo recomendável que a conferência e a sessão de perguntas que se seguirá seja aproveitada para colocar questões ao conferencista. Para tal, torna-se importante preparar as perguntas a fazer, através da leitura de informação sobre o perfil de Kovach e sobre o seu pensamento (cf. pistas no post anterior).

domingo, março 25, 2007

Para preparar a conferência de Bill Kovach

O jornalista norte-americano Bill Kovach, que visita a Universidade do Minho na terça-feira, dia 27, para proferir uma conferência, é um dos nomes de vulto do jornalismo nos Estados Unidos.
Dada a oportunidade e a importância deste evento, inscrito nas jornadas do Curso, gostaríamos que os estudantes aproveitassem a ocasião para colocar ao conferencista as questões que considerarem pertinentes, seja sobre o campo jornalístico, seja sobre a profissão. É desejável, para tal, que a participação na conferência seja preparada e que os blogues da turma dêem conta do que vier a ocorrer.
Autor, juntamente com Rosenstiel, do livro "The Elements of Journalism", editado em Portugal pela Porto Editora, Bill Kovach é fundador do Committee of Concerned Journalists, um consórcio que reúne profissionais, directores, proprietários e académicos, que visa debater e aprofundar os princípios nucleares do jornalismo, promover uma maior compreensão desses princípios por parte do público e corresponsabilizar por eles os donos e gestores das empresas jornalísticas.
A visita de Kovach à UM resulta de uma colaboração com o Clube de Jornalistas.

Alguns documentos de apoio:
- Profile of a Journalist
- The Elements of Journalism - Introduction,

"Novos Media: uma Babel às costas"

"Novos Media: uma Babel às costas" é o tema das X Jornadas de Comunicação Social da Universidade do Minho, que decorrem terça e quarta-feira, em Braga, por iniciativa do GACSUM - Grupo de Alunos do Curso, com a colaboração estreita da Direcção do Curso.

O programa é o seguinte:


Dia 27 de Março

Sessão de Abertura, 09h00

Moisés Martins, Felisbela Lopes, Hugo Torres

Reputações virtuais?, dia 27, 10h30
Júlia Costa, Jorge Sousa, Paulo Brandão, Vasco Ribeiro. M: Helena Sousa.

Futuro sem intermediários?, dia 27, 14h00
José Alberto Carvalho, Pedro Leal, António Granado, Paulo Ferreira. M: Manuel Pinto.

Dia 27 17h30: Lançamento dos livros Comunicação e Lusofonia Para uma Abordagem Crítica da Cultura e dos Media , coordenado por Moisés Martins, Helena Sousa e Rosa Cabecinhas e Marcas e Identidades, de Teresa Ruão. ; apresentação: Moisés Martins.
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Dia 28 de Março:


Imagem dispensa palavra?, dia 28, 09h30
Teresa Cruz, Luís Carmelo, Anabela Gradim. M: Moisés Martins.

Conferência de Bill Kovach, autor de Os Elementos do Jornalismo, dia 28, 11h30. Modera: Joaquim Fidalgo
* Iniciativa realizada em colaboração com o Clube dos Jornalistas

Consumidor criador?, dia 28, 14h30
Pedro Pacheco, Maria João Vasconcelos, Augusto Fraga. M: Sara Balonas

Vídeo assalta película?, dia 28, 16h30
Augusto Fraga, Rodrigo Areias, Vânia Gonçalves, João Rei Lima. M: Branco da Cunha.

domingo, março 18, 2007

Jornalismo (3.º Ano)


A próxima aula prática de Jornalismo do 3.º ano (dia 21 de Março de 2006) consistirá numa visita ao Diário do Minho.

O encontro está marcado, para todos os alunos, às 14h15, na Rua de Santa Margarida, nº 4.

O edifício fica junto ao Instituto Português da Juventude.


A segunda parte está marcada para as 16h00 no Complexo Industrial da Grundig.

Podem encontrar um mapa da cidade e fazer pesquisa de ruas no Portal da Cidade.

Podem pesquisar os autocarros no site dos Transportes Urbanos de Braga.

Em virtude da visita, o horário de atendimento será, na próxima quarta-feira, das 9h30 às 11h00.

segunda-feira, março 12, 2007

“Um Dicionário dos Jornais do Século XX”

A Biblioteca Pública de Braga apresenta sexta-feira, dia 16 de Março, às 21h30, no Museu Nogueira da Silva, à Avenida Central, a obra “Um Dicionário dos Jornais do Século XX”, de Mário Matos Lemos, agora editado pela “Ariadne Editores” e pelo Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra.

A publicação reúne 313 entradas, correspondentes ao número de títulos publicados no século passado, caracterizados numa espécie de bilhete-de-identidade, que integra, entre outros itens, uma síntese sobre a história de cada periódico.

Na nota de apresentação, Isabel Nobre Vargues refere que «este dicionário passará a constituir um instrumento de grande utilidade a todo o investigador que queira fazer a história da imprensa escrita em Portugal naquele século».

A obra é enriquecida com diversos índices, de entre os quais se destacam o onomástico e o cronológico, com dados extremamente interessantes e de grande utilidade. Fica-se a saber, por exemplo, que em Lisboa se publicaram 193 diários, no Porto 44, e que as cidades insulares apresentam números surpreendentes (51 no total), à frente das restantes cidades portuguesas.

Em Braga publicaram-se três diários: "Echos do Minho", de tendência católica (depois sidonista e monárquico), bissemanário entre 1911 e 1914 e diário até 1919; "Diário do Minho", que começou a publicar-se em 1919, e «Correio do Minho», desde 1926. Estes dois últimos englobam-se entre os 20 diários que passaram do séc. XX para o XXI, enquanto existem oito títulos que se publicam desde o século XIX.

O autor, Mário Matos Lemos é licenciado em História, foi jornalista em vários meios de comunicação e entre 1972 e 1998 desempenhou funções de Conselheiro de Imprensa e Cultural em diversas embaixadas portuguesas. Além de numerosos artigos publicados em jornais e revistas portuguesas e estrangeiras, é autor de várias obras, designadamente "Liberdade de Imprensa e Outros Ensaios", "O 25 de Abril, uma Síntese, uma Perspectiva", Um Vespertino do Porto", e "Dicionário de História Universal".

A obra vai ser apresentada por Manuel Pinto, professor associado do Departamento de Ciências da Comunicação do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, antigo jornalista e provedor do leitor no "Jornal de Notícias", e por Luís Reis Torgal, professor catedrático de História da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

(Informação difundida pela Biblioteca Pública de Braga)

domingo, março 11, 2007

Compromissos do jornalista

1. La primera obligación del periodismo es la verdad.
2. Su primera lealtad es hacia los ciudadanos.
3. Su esencia es la disciplina de la verificación.
4. Sus profesionales deben ser independientes de los hechos y personas sobre las que informan.
5. Debe servir como un vigilante independiente del poder.
6. Debe otorgar tribuna a las críticas públicas y al compromiso.
7. Ha de esforzarse en hacer de lo importante algo interesante y oportuno.
8. Debe seguir las noticias de forma a la vez exhaustiva y proporcionada.
9. Sus profesionales deben tener derecho a ejercer lo que les dicta su conciencia'.

Bill Kovach e Tom Rosenstiel
(Para ver o desenvolvimento de cada um destes pontos, consultar, destes autores, "Os Elementos do jornalismo" (Porto: Porto Editora, 2004)

Juan Luís Cebrián, num artigo no diário El País de 17.6.2002, intitulado "El oficio de periodista", acrescenta este comentário:

"Sería difícil decir más en menos frases sobre los derechos y deberes del periodismo profesional en nuestros días. Claro que estos nueve mandamientos se encierran fácilmente en dos, pues desde las tablas de Moisés no hay decálogo con el que no pueda hacerse algo así: el periodismo debe ser veraz e independiente".

“Porque estudamos o jornalismo”

Estudamos o jornalismo:

1. - Por ser um campo complexo, estreitamente relacionado com os processos sociais e culturais e decisivo para a compreensão do presente e para a construção de uma memória plural da vida pública

2. - Por ser um campo que vive uma crise de identidade, com a adulteração de alguns dos seus valores constitutivos (através da mercantilização, o sensacionalismo e o infotainment), a diluição / decomposição do estatuto dos seus profissionais, a derrapagem de comportamentos no plano
deontológico, a disputa da função por parte de novos actores

3. - Porque o jornalismo é uma
disciplina exigente de procura, filtragem, verificação, contextualização das matérias consideradas de relevância pública, que exige competências não apenas técnico-profissionais, mas, sobretudo, culturais.

4. - Porque a tecnologia está a induzir novas possibilidades no triângulo fontes-jornalistas-públicos, que obrigam a mudar práticas e a redefinir papeis.

5. - Porque a mesma tecnologia tem possibilitado a emergência de novas linguagens, novos formatos e mesmo novos géneros, proporcionando modos radicalmente diversos de contar histórias sobre a actualidade.

6. - Porque o avolumar de mensagens, de dados, de vozes e de propostas corre o risco de tornar o trabalho jornalístico em mais um discurso, remetido à periferia de uma centralidade perdida e ora ocupada por novos discursos, mas nem por isso menos relevante para atribuir sentido ao magma informe da informação, através de propostas editoriais diversificadas

7. - Porque as antinomias em que frequentemente se refugiam os defensores e os opositores do statu quo (informação/entretenimento, interesse público / interesse do público, popular / de qualidade, sério /divertido…) parecem termos de referência e de enunciação insuficientes para dar conta dos desafios com que nos defrontamos.

8. - Porque temos, particularmente em Portugal, uma trajectória recente e longe de estar consolidada de estudos académicos de jornalismo, relativamente à qual nos vemos ainda enredados em equívocos e contraposições pouco relevantes (sobre se o jornalismo se aprende na universidade ou na tarimba, sobre se deve ser uma formação específica em jornalismo ou noutra qualquer área do saber, sobre se deve revestir características predominantemente técnicas ou, antes, de instrumentação teórico-metodológica e cultural).

9. - Porque estamos confrontados com uma antinomia mais funda entre um jornalismo de difusão, autoritário, porque assimétrico quanto às relações de poder, e, por outro lado, um mais reivindicado e sonhado do que praticado jornalismo participativo, feito por qualquer um, em pequenas redes sociais emergentes.

10. - Porque, finalmente, o exercício da cidadania face ao jornalismo e às instituições que o produzem constitui ainda um enorme deserto, povoado por ignorâncias dos deveres e direitos básicos e iliteracia que não só inibe uma leitura esclarecida e crítica da informação, como não estimula a intervenção e a tomada da palavra no espaço público.

(Texto apresentado nas II Jornadas Internacionais de Jornalismo, realizadas na Universidade Fernando Pessoa, no Porto, em 2 de Março de 2007)

quinta-feira, março 01, 2007

'Casting' para TV em Braga

O “Espaço Alternativo PT”, gerido pela Companhia de Teatro de Braga (CTB), acolhe segunda-feira (5 de Março) um “casting” para televisão promovido pela NBP - Nicolau Breyner Produções. A audição inicia-se às 14h30, naquele mesmo espaço, à Rua Gonçalo Sampaio (ao lado do Theatro Circo). Segundo a assessoria de Imprensa da Companhia, serão valorizados os candidatos com experiência em teatro amador e idade a partir dos 20 anos. Mais informação pode ser obtida através do telefone 253 217 167 (CTB).