segunda-feira, maio 29, 2006

Aula de jornalismo - 3º ano

Realiza-se na quinta-feira, dia 1, das 9 às 11 horas a última aula de Jornalismo. A sala será determinada na altura e afixada no placard do gabionete de gestão do CP1.
Esta aula será ocupada com uma panorâmica da matéria do segundo semestre e com a avaliação do docente.

sexta-feira, maio 26, 2006

Encontro sobre ciberjornalismo

Na próxima segunda-feira, dia 29, entre 16 e 20 horas, o jornalista Luis Carvalho, do Expresso Online, estará connosco na aula de Ciberjornalismo (4o Ano de Jornalismo, Laboratório de Jornalismo, CP1, salas 218-220) para falar de jornalismo digital (de um modo amplo) e dos recentes investimentos do Expresso em mídia online (particularmente as experiências com podcasts, reportagens multimedia, RSS etc.). A palestra está aberta a todos os interessados em comunicação digital.

segunda-feira, maio 22, 2006

Jornalismo e audiências: textos de apoio

A leitura de base sugerida é:
McQuail, D. (2003) Teoria da Comunicação de Massas. Lisboa: F.C.Gulbenkian: capítulo 15, especialmente pp.364-368 e 382-386

Recomenda-se igualmente a leitura de:
1) o artigo de Eva Aladro La Recepción de la Notícia, publicado nos Cuadernos de Información y Comunicación, n.2.
E dos seguintes textos breves:

2) Direitos de reposta e de rectificação, constantes da Lei de Imprensa (Artigos 24º - 27º)
3) Artigo do Público "Como são medidas as audiências em Portugal", transcrito neste blogue em 21 de Maio de 2003 e relativo à Marktest Audimetria;
4) Citizens Bill of Journalism Rights, do Committee of Concerned Journalists.
5) E ainda:

Informar-se cansa

"Muitos cidadãos acreditam que podem informar-se com seriedade, confortavelmente instalados no sofá da sala a ver no pequeno ecrã uma catadupa de acontecimentos apoiados em imagens fortes, violentas e espectaculares. Trata-se de um erro dos grandes. Por três razões: primeiro, porque o jornalismo televisivo, estruturado como ficção, não é feito para informar, mas para distrair; em segundo lugar, porque a sucessão rápida de notícias breves e fragmentadas (umas vinte por telejornal), produz um duplo efeito negativo de sobre-informação e desinformação; e finalmente, porque querer informar-se sem esforço é uma ilusão mais de acordo com o mito publicitário do que com a mobilização cívica. Informar-se é cansativo e é este o preço a pagar pelo cidadão que quer exercer o direito de participar inteligentemente na vida democrática".

Ignacio Ramonet. Informar-se cansa. Le Monde Diplomatique, Dezembro 1996.

Interesse público e interesse do público

"(...) Sempre que a pergunta surge, a resposta, tradicional, está na ponta da língua de qualquer editor: deve-se divulgar aquilo que interessa. Até os livros especializados, quando tentam definir notícia, caem na inevitabilidade da palavra-chave "interesse". Criam-se até alguns jogos de palavras em torno do termo "interesse", como aquele trocadilho burro a que alguns, nos meios jornalísticos, dão dignidade de aforismo inteligente, segundo o qual uma coisa é o interesse público, outra, o que interessa ao público.
Ora, o que interessa ao público, na generalidade do discurso jornalístico, é o relato claro e veraz das acções humanas e dos fenómenos naturais que alteram ou potencialmente podem alterar, de forma significativa, o mundo presente das pessoas envolvidas no circuito informativo. Também interessam ao público os factos que ajudam a explicar ou a compreender o respectivo mundo presente. Já o interesse público está noutra instância, a dos valores normativos de alicerce, universais e/ou particulares, que as sociedades definem como bons para si próprias e que servem de critério para distinguir o erro da verdade, a justiça da injustiça, o prioritário do secundário, o conveniente do inconveniente, o desejável do indesejável. No caso do jornalismo, o interesse público gera, ou deve gerar, os critérios éticos da relevância que tornam os factos mais ou menos importantes. Interesse do público e interesse público não são, portanto, noções discrepantes, mas solidárias (...)".

Carlos Chaparro, in O RIBATEJO 15.7.99

domingo, maio 21, 2006

3º ano - aula de 24 de Maio

A próxima aula prática de Jornalismo do 3º ano, que será também a última aula prática deste ano lectivo, mantém-se no horário normal para os dois turnos (Turno I: 14h-16h; Turno II: 16h-18h).
Uma vez que vou leccionar aos dois turnos, excepcionalmente neste dia não estarei disponível para efectuar o horário de atendimento. Se houver alguma dúvida ou outro assunto que necessite de ser tratado, estou à disposição através do email (smoutinho@gmail.com).

segunda-feira, maio 08, 2006

Sobre a objectividade

Mário Mesquita, Em Louvor da Santa Objectividade
Gaye Tuchman, La objetividad como ritual estratégico
Sylvia Moretzsohn ,"Profissionalismo'' e "objetividade'': o jornalismo na contramão da política
Brent Cunningham, Re-thinking Objectivity
Stephen Ward, Pragmatic news objectivity

Sonia Fernández Parratt, El Debate en Torno a los Géneros Periodísticos en la Prensa: Nuevas Propuestas de Clasificación